Crítica à força versus solução para o problema

13 Março 2017, 19:00 Ricardo Lopes Coelho

Sinopse da sessão anterior:
- a lei de inércia leva a pensar a força como causa da aceleração;

- vimos, por experiência, que a tese não vale.

1. A experiência foi realizada com a máquina de Awood. Fomos ver porque os filósofos não atenderam à questão (Hanson, Krantz, Hoyer, Adler) nem os físicos que trataram a máquina em manuais universitários ou com fins pedagógicos (Eisberg e Lerner, Serway, Newburgh et al.).

2. O que faltou no passado aos críticos da força? Esta questão incluía a apresentação da crítica do autor à força, a sua proposta de conceito e a operacionalinade relativamente à resolução de problemas. Com este esquema, estudaram-se os trabalhos de d’Alembert (1743), Carnot (1803), Saint-Venant (1851), Reech (1852). Nestes dois últimos autores consideram-se as dificuldades de aplicação das teorias assinaladas pelos próprios. Apresentou-se a uma síntese das conclusões.