Sumários

TP04: Tafonomia de vertebrados e paleoecologia

16 Março 2026, 14:30 Vanda Arlete Faria dos Santos

Tafonomia como um ramo da paleontologia. A importância da actuopaleontologia em tafonomia. Paleobiocenose, necrocenose, tafocenose, orictocenose. Tafonomia (mortalidade): as causas de morte dos organismos que fossilizaram. Tafonomia (biostratonomia): aspetos relacionados com a morte e o enterramento dos restos orgânicos; o potencial fossilífero de uma necrocenose. Tafonomia (fossildiagénese): aspetos da diagénese e da fossildiagénese; processos e produtos de fossilização; conceito de “Lagerstätte”. Exemplos de preservação (produtos de fossilização excepcionais e raros) em diversas jazidas icónicas. Aspetos da tafonomia em vertebrados terrestes e aspetos relacionados com a paleoecologia de vertebrados fósseis e os seus paleoambientes. Aspetos da tafonomia da jazida de Andrés, Pombal. Deformação tectónica dos fósseis.

Fernández-López, S. (2000) - Temas de Tafonomía. Departamento de Paleontología, Universidad Complutense de Madrid, 167 pp.

Silva, C.M. 2020. Temas de Paleontologia: 15. Tafonomia. Biostratonomia e fóssil-diagénese. You Tube 05/10/2020. https://youtu.be/ZW6e83eFJtU


T04: Evolução inicial de Tetrapoda

16 Março 2026, 13:00 Vanda Arlete Faria dos Santos

Adaptação ao meio terrestre: Suporte, locomoção, alimentação, respiração, órgãos sensoriais, equilíbrio hídrico e reprodução. Tetrápodes devónicos – principais novidades adaptativas. Diversificação dos tetrápodes no Carbónico: formas basais, Temnospondylii, Lepospondyli, Reptiliomorpha. Evolução dos “anfíbios” modernos: Albanerpetontidae, Anura, Urodela, Gymnophiona. Mudança climática no final do Carbónico. Origem dos Amniotas: (i) Principais tendências evolutivas na morfologia craniana e pós-craniana; (ii) principais novidades evolutivas, a sua evolução inicial, e paleobiologia. Diversificação entre Synasida e Reptilia. Reptilia: Pareptiles e Eureptiles. Synapsida: Synapsidos basais, visão geral da sua filogenia. Therapsida (Biarmosuchia, Dinocephalia, Anomodontia, Gorgonopsia, Therocephalia, formas basais de Cynodontia).

Benton, M.J. 2014. Vertebrate Palaeontology. 4th ed. Wiley-Blackwell 480 pp.

Pough FH, Janis CM, Haiser JB 2008. Vertebrate Life. Pearson Education.


TP03: Introdução à Paleoicnologia de Vertebrados

9 Março 2026, 14:30 Vanda Arlete Faria dos Santos

História de Dinosauria e da Paleoicnologia. Paleoicnologia e icnofósseis. Estudo pioneiro da jazida com pegadas de dinossáurios no Cabo Mondego (Portugal). Os objetivos da Paleoicnologia de vertebrados. Exemplos de icnofósseis de vertebrados em jazidas internacionais. Geossítios de Portugal com pegadas de vertebrados. Metodologia usada no estudo de jazidas com pegadas de vertebrados. Informação passível de ser obtida a partir do registo paleoicnológico. Simulação de trabalho de campo para preparação da atividade a realizar na jazida escolhida para a saída de campo.


T03: Evolução Pós-devónica dos peixes

9 Março 2026, 13:00 Pedro Daniel Mocho Lopes

Chondrichthyes: principais características, paleobiologia e filogenia. Estudo dos principais grupos de peixes condríctios dos clados Holocephalimorpha (Petalodontiformes, Eugeneodontiformes, Iniopterygiforms, Chondrenchelyiformes e Holocephali) e Elasmobranchii (Symmoriiformes, Xenacanthiformes, Ctenacanthiformes e Hybodontiforme, Neoselachii). Radição de Neoselachii (Galeomorphi, Hexanchiformes, Squaliformes, Squatiniformes e Batoidea): principais características. Radiação basal de Actinopterygii: principais características e anatomia dos primeiros actinopterígeos (cheirolepididae, Mimiidae, Stegotrachelidae, Ptycholepidae, Redfieldiidae, Amphicentridae, Dorypteridae). Radiação mesozóica dos actinopterígeos (Scanilepiformes, Neopterygii e Chondrostei: Birgeridae, Saurichthyidae, Chondrosteidae e Acipenseriformes). Radiação dos neopterígeos basais (Pholidopleuriformes, Perleidiformes, Thoracopteridae, Lepisosteiformes, Semionotiformes, Parasemionotidae, Pycnodontifromes, Dapediidae, Pholidophoridae, Leptolepidae). Evolução da mandíbula e tipos de alimentação. Radiação de Teleostei: principais características, paleobiologia e filogenia. Principais grupos de peixes teleósteos: Pachycormidae, Aspidorhynchidae, Ichthyodectidae, Elopomorpha, Osteoglossomorpha, Clupeomorpha, Ostariophysi, Salmoniformes, Esociformes, Stomiiformes, Aulopiformes, Myctophiforms, Polymixiiformes, Paracanthopterygii, Lampridiformes, Atherinomorpha e Percomorpha. Visão geral sobre a evolução pós-Devónica dos peixes e os principais eventos de radiação e extinção. 
 
Referências
- Benton MJ. 2014 Benton MJ. 2014. Vertebrate Palaeontology. Wiley-Blackwell; 4th edition
- Pough FH, Janis CM, Haiser JB 2008. Vertebrate Life. Pearson Education.


TP02: Introdução à Filogenia Sistemática 2

2 Março 2026, 14:30 Pedro Daniel Mocho Lopes

Introdução e prática em Mesquite. Introdução e prática em TNT. Abertura de bases de dados de caracteres morfológicos em TNT. Seleção de outgroup e ingroup. Verificar e modificar estados de caracter (additive, active, etc.). Aplicação de Equal weight e implied weight. Introdução aos diferentes tipos de análise: Implicit enumeration, Tradicional Search e New Technology Search. Como obter o número de árvores, longitude (tree lenght)? Introdução ao Tree view. Identificação de sinapomorfias e autapomorfias locais com base nas topologias existentes. Mapear sinapomorfias. Mapear caracteres. Estabelecer árvores de consenso [Strict (=Nelsen) e Majority Rule). Identificar wild-card taxa (Pruned Trees). Avaliar grau de suporte dos ramos (Bootstrap, Jacknife, Symmmetric resampling y BREMER support). Estatísticas descritivas e utilização stats.run. Definição dos objetivos do primeiro protocolo prático.

- Goloboff PA, Catalano SA. 2016. TNT version 1.5, including a full implementation of phylogenetic morphometrics. Cladistics, 32: 221–238.
- Goloboff PA, Farris JS, Nixon KC. 2003. T.N.T.: tree analysis using new technology. Program and documentation. Available at www.zmuc.dk/public/phylogeny/tnt
- Goloboff P, Farris J, Nixon K. 2008. TNT, a free program for phylogenetic analysis. Cladistics, 24: 774-786.