Sumários
BAC 12
2 Abril 2025, 15:00 • Carlos António da Silva Assis
Tema 2 – A origem da problemática ambiental
Garrett Hardin, as suas ideias sobre
os perigos da sobrepopulação, a 1.ª lei de Hardin sobre Ecologia Humana e The Tragedy of the Commons; O Clube de
Roma, fundação, composição, actividade e o Relatório Meadows (The Limits to Growth); principais conclusões do relatório Meadows; a Conferência
de Estocolmo, motivação, organização, participantes e a divergência de
opiniões, responsável pela impossibilidade de atingir um acordo com metas
concretas, a Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente
Humano e a importância social e política dessa declaração, como o primeiro
documento do direito internacional a reconhecer a importância do ambiente
humano.
Os próximos episódios I: The World
Conservation Startegy (produzida pela IUCN em 1980, com a colaboração da
UNEP, da WWF, Da FAO e da UNESCO), o primeiro documento internacional sobre a
conservação dos recursos vivos envolvendo governos, ONG e peritos, que inspirou
o “Relatório Brundtland” e lançou as bases para a definição de desenvolvimento
sustentável.
Os próximos episódios II: Our
Common Future, 1987, o Relatório Brundtland, as suas conclusões e a
constatação de que os problemas ambientais globais residem no contraste entre a
enorme pobreza dos países do “terceiro mundo” (terminologia da época) e os
padrões insustentáveis de consumo e produção dos países mais desenvolvidos;
definição do conceito de desenvolvimento sustentável, apenas atingível através
de uma estratégia conciliadora entre desenvolvimento e ambiente, uma estratégia
definida como “Desenvolvimento Sustentável”.
Os objectivos dos três relatórios
sobre o ambiente humano e a evolução das preocupações sobre o ambiente na
segunda metade do século XX.
Esclarecimento das dúvidas dos
alunos.
BAC 11
28 Março 2025, 14:00 • Carlos António da Silva Assis
Tema 2 – A origem da problemática ambiental
Como evoluiu a preocupação com o
ambiente: surgimento das modernas ideias sobre ambiente e recursos nos últimos
150 anos.
As origens remotas do pensamento
ecológico: Walter Charleton e a Oeconomia Animalis, de 1659, e Lineu/Biberg
e a Oeconomia Naturae, de 1751.
As origens recentes do pensamento
ecológico: Haeckel e a definição de Ecologia, de 1866, Warming e a primeira
inclusão do termo no título de uma obra, de 1895; surgimento das primeiras sociedades
dedicadas à Ecologia, e o crescimento rápido ao longo da segunda metade do século
XX.
A primeira lei com objectivos
conservacionistas (1805); Alexander Gibson e o primeiro programa de conservação
da floresta com base em princípios científicos (1842); Yellowstone, o primeiro
Parque Natural de âmbito nacional; lista dos parques nacionais criados a um
ritmo crescente entre o final do século XVIII e o século XIX; a escalada do
interesse internacional pelo ambientalismo do final do século XIX ao final do
século XX; o Sierra Club, fundação, missão, modo de actuação e actividades; o
8.º Congresso Internacional de Zoologia e a proposta de criação de uma comissão
internacional para a conservação da natureza (1905); reuniões internacionais
relacionadas com a protecção da natureza entre 1910 e 1970; reuniões da ONU
sobre ambiente e desenvolvimento sustentável desde a primeira, em 1972, e a
actualidade; conferências das UN sobre o habitat e os estabelecimentos
humanos, entre 1976 e a actualidade, incluindo a que se realizará em 2023; a International Union for Conservation of
Nature (IUCN), fundação, autoridade, missão, actividades dos anos 1960 até
à actualidade, papel na criação das convenções internacionais e composição
actual; o World Wildlife Fund (WWF),
o “Manifesto de Morges”, a fundação e a missão; Rachel Carson, formação e
actividade, a trilogia sobre a vida nos oceanos; Paul H. Müller e o DDT: a encomenda, o
prémio Nobel e o uso massivo do DDT; benefícios (aparentes) e consequências
para o ambiente do uso do DDT; Silent
Spring (1962), um dos livros de divulgação mais importantes de todos os
tempos.
A edição em português de Primavera
Silenciosa de Rachel Carson, publicada em 2023 pela Imprensa da Universidade de
Lisboa.
Esclarecimento das dúvidas dos
alunos.
BAC 10
26 Março 2025, 15:00 • Carlos António da Silva Assis
Referência à comemoração, no dia 22 de Março, do Dia Mundial da Água
Origem na
Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento e Ambiente, no Rio de
Janeiro, em 1992 e a primeira celebração em 1993; objectivos da criação do dia,
e outras celebrações da ONU associadas, um testemunho da importância que a água
tem como recurso e da necessidade em a conservar; o cartaz e o tema para 2025, os
Relatórios Mundiais das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos
Hídricos, elaborados pela UNESCO: a origem em 2014, a periodicidade e a edição
de 2024; a página oficial do Dia Mundial da Água; Os objectivos do
desenvolvimento sustentável para 2030 relacionados com a água (12 de 17);
alguns factos sobre a disponibilidade da água potável ao nível global; a Década
Internacional para Acção: “Água para o Desenvolvimento Sustentável”.
Referência à comemoração, no dia 22 de Março, da Hora do Planeta
Origem e crescimento
histórico da iniciativa, a data, os objectivos e a base das manifestações de
apoio. Como se materializa a celebração da“Hora do Planeta”.
Referência à comemoração, no dia 24 de Março, do Dia Nacional do Estudante
Origem,
regulamentação e simbolismo; objectivos e responsabilidade da organização;
marcos históricos antecedentes, a intervenção de Alberto Martins, a sua prisão,
a crise estudantil e os eventos sucedentes; o papel desempenhado pelos
estudantes na sociedade.
Tema 2 – A origem da problemática ambiental
Como nasceu a preocupação com o
ambiente: acções humanas de natureza diversa ao longo da história que, não
sendo especificamente destinadas a conseguir a preservação ou a conservação de
recursos, acabaram por ter esse efeito como resultado colateral, sendo em
alguns casos tomadas como aparentes actos de conservação; alterações climáticas
e ambientais naturais e associadas a acções humanas; os efeitos da colonização
internacional e a perspicácia de alguns Governadores, que constataram que a
conservação da floresta garantia um nível estável de precipitação,
indispensável para a prosperidade da agricultura; por que motivos não foram
devidamente tomados em conta ou abordados com seriedade os assuntos
relacionados com a acção antropogénica sobre o ambiente que constam de escritos
com alguns séculos; Platão e a degradação dos terrenos desflorestados;
Aristóteles e os cuidados com os bens comuns; John Evelyn e o seu tratado de
silvicultura e gestão florestal - Sylva, onde expõe a ideia da
necessidade de gestão das florestas; cuidados e práticas dos administradores
coloniais do século XVIII, que verificaram a existência de uma relação estreita
entre a desflorestação, a erosão do solo e a alteração do clima ao nível local;
os exemplos das ilhas de Tobago e Maurícia; Stephen Hales e a relação entre
vegetação e precipitação.
Exemplos de extinções ocorridas nos
últimos séculos: o auroque, Bos primigenius, em 1627; o dodó, Raphus
cucullatus, c. 1693; o dugongo-de-Steller, Hydrodamalis gigas, em
finais do século XVIII, e o Arau-gigante, Pinguinus impennis, em 1852.
Esclarecimento das dúvidas dos
alunos.
BAC 9
21 Março 2025, 14:00 • Carlos António da Silva Assis
Referência à comemoração, no dia 21 de Março, do Dia Mundial das Florestas
(ou da árvore)
Origem no Arbor
Day, promovido por Julius Sterling Morton, em 1872, no Nebraska; a primeira
comemoração da Festa da Árvore em Portugal, em 1913, e o primeiro Dia Mundial
da Árvore em 1972; o apadrinhamento pela Assembleia Geral das Nações Unidas em
2012 e a conversão em Dia Mundial das Florestas; o logotipo e o tema para 2025,
e os objectivos de desenvolvimento sustentável relacionados; a página oficial
do Dia mundial das árvores e das Florestas; objectivos da comemoração, e alguns
factos sobre as árvores e as florestas ao nível global.
Tema 2 – A origem da problemática ambiental
Fases da
relação Homem/Natureza: fase 1a) a vida em equilíbrio com a Natureza, durante a
qual ocorreu a sucessiva extinção da megafauna ao longo do percurso das vias da
expansão colonizadora da humanidade; fase 1b) a Natureza como um organismo vivo
(uma ideia recuperada por James Lovelock, em 1972, como “Hipótese de resposta
da Terra”, actualmente conhecida como Hipótese de Gaia), associável à fase de
caça/recolecção; fases 2&3) a Natureza como uma fonte de recursos, correspondentes
a um período desde o início das práticas agrícolas e pecuárias, passando pela
Revolução Industrial, até à segunda metade do século XX, e associáveis ao
surgimento sucessivo dos conceitos de conservacionismo e ambientalismo,
respectivamente; fase 4) associável a um curto período no final do século XX em
que surge o conceito de sustentabilidade na exploração dos recursos como um
objectivo para o qual se deve caminhar com o objectivo de o atingir; fase 5) a
fase pós-industrial, em que se impõe uma escolha entre caminhar no sentido da
sustentabilidade de exploração dos recursos ou desistir e assumir a degradação
completa. Estaremos capacitados para assumir uma significativa alteração de
paradigmas de utilização da Natureza? Por exemplo, abandonando a visão de exploração
de recursos inesgotáveis para uma atitude de administração de recursos.
Esclarecimento das dúvidas dos
alunos.
BAC 8
19 Março 2025, 15:00 • Carlos António da Silva Assis
Tema 2 – A origem da problemática ambiental
A relação do Homem com o ambiente:
características gerais da população mundial, dimensão actual, crescimento e
projecções; distribuição mundial do território humanizado e do não humanizado e
relação destes com a distribuição da densidade populacional humana; crescimento
da população humana em regiões mais e menos desenvolvidas, entre 1750 e a
actualidade, e projectada até 2100.
As condições ambientais na actualidade:
a água (possivelmente o recurso mais crítico), a produção de alimento e o
desperdício alimentar em Portugal, a obtenção e uso da energia, a emissão de
gases com efeito de estufa e fenómenos relacionados (nomeadamente o aquecimento
global, as alterações climáticas e a ocorrência de eventos extremos, a fusão
das calotes polares e o descongelamento do permafrost),
a qualidade do ar e a perda de biodiversidade (relacionada com a destruição de habitat,
a sobre exploração, a eliminação de espécies e a introdução de organismos
exóticos).
A necessidade de gerir e conservar os
recursos: a constatação da necessidade de quebrar o ciclo de crescente
degradação ambiental e o surgimento dos conceitos/disciplinas de Conservação,
Avaliação de Impacto, Gestão, Ordenamento e Monitorização do Ambiente e dos
Recursos Naturais.
Um exemplo de informação falsificada
disponível na internet.
H. sapiens não está sozinho
na tendência de expansão: parasitas e doença, alelopatia e fermentações;
alteração das condições ambientais ao ponto de tornar o ambiente resultante
inabitável.
Esclarecimento das dúvidas dos
alunos.