Sumários
Problemas e desafios dos >Big Data< e da IA para as ciências e sociedades contemporâneas: consequências éticas, políticas e sociais (Alexander Gerner)
27 Novembro 2019, 14:30 • Ricardo Lopes Coelho
Em que sentido nos tornamos dados ou duplos digitais? Com o uso da computação, incluindo as formas virtuais e digitais, o uso de algoritmos se tornou ubíquo e a formalização do nosso mundo muda a forma de como crescemos e tornamos pessoas.
Refletiremos uma tendência de programar computadores para programar pessoas, experiências e socialidades?
Discutimos em que se tornou a missão inicial da Google de “organizar as informações do mundo e torná-las universalmente acessíveis e úteis”, e como desenvolveu a missão inicial do Facebook “Dar às pessoas o poder de compartilhar e tornar o mundo mais aberto e conectado”.Em que medida a Google e o Facebook hoje em dia, entre outras empresas dos big data, atendem aos quatro pilares da democracia
1) eleições livres e justas;
2) participação ativa do povo, como cidadão, na vida cívica;
3) Proteção dos direitos humanos de todos os cidadãos;
4) Estado de direito, no qual as leis e os procedimentos se aplicam igualmente a todos os cidadãos.
Problemas e desafios dos >Big Data< e da IA para as ciências e sociedades contemporâneas: consequências éticas, políticas e sociais (Alexander Gerner)
26 Novembro 2019, 13:30 • Ricardo Lopes Coelho
Em que sentido nos tornamos dados ou duplos digitais? Com o uso da computação, incluindo as formas virtuais e digitais, o uso de algoritmos se tornou ubíquo e a formalização do nosso mundo muda a forma de como crescemos e tornamos pessoas.
Refletiremos uma tendência de programar computadores para programar pessoas, experiências e socialidades?
Discutimos em que se tornou a missão inicial da Google de “organizar as informações do mundo e torná-las universalmente acessíveis e úteis”, e como desenvolveu a missão inicial do Facebook “Dar às pessoas o poder de compartilhar e tornar o mundo mais aberto e conectado”.Em que medida a Google e o Facebook hoje em dia, entre outras empresas dos big data, atendem aos quatro pilares da democracia
1) eleições livres e justas;
2) participação ativa do povo, como cidadão, na vida cívica;
3) Proteção dos direitos humanos de todos os cidadãos;
4) Estado de direito, no qual as leis e os procedimentos se aplicam igualmente a todos os cidadãos.
Socialidades programadas: Facialidades pós-humanas na relação homem-máquina (Alexander Gerner)
21 Novembro 2019, 14:30 • Ricardo Lopes Coelho
O rosto é uma imagem condensada do homem (Levinas). Mas o que acontece quando a pessoa que se encontra congela numa imagem, quando um rosto nos aparece como uma coisa simulada ou modelada - como se fosse um rosto? Como agentes virtuais (Avatares) e artificiais alteram essa base social de encontro? Estas questões surgem não só diante do encontro de dois rostos como evento social elementar, mas também diante das interrogações pós-humanistas da humanidade do rosto e da perda do rosto provocado pelas máquinas e pelos meios de comunicação.
Discutiremos o ponto de vista de uma alteração/perda tecnológica do rosto (simulação, mapeamento, digitalização) no triângulo antropológico indissolúvel entre "imagem-humano-corpo", como explicou Hans Belting. Porque um rosto simulado é uma coisa animada, na melhor das hipóteses em analogia com o rosto incompreensível.
Além disso, o triângulo "imagem humano-corpo" de que fala Belting teria de ser alargado de modo a incluir tanto o encontro face-a-face como face-face-máscara.Socialidades programadas: Facialidades pós-humanas na relação homem-máquina (Alexander Gerner)
20 Novembro 2019, 14:30 • Ricardo Lopes Coelho
O rosto é uma imagem condensada do homem (Levinas). Mas o que acontece quando a pessoa que se encontra congela numa imagem, quando um rosto nos aparece como uma coisa simulada ou modelada - como se fosse um rosto? Como agentes virtuais (Avatares) e artificiais alteram essa base social de encontro? Estas questões surgem não só diante do encontro de dois rostos como evento social elementar, mas também diante das interrogações pós-humanistas da humanidade do rosto e da perda do rosto provocado pelas máquinas e pelos meios de comunicação.
Discutiremos o ponto de vista de uma alteração/perda tecnológica do rosto (simulação, mapeamento, digitalização) no triângulo antropológico indissolúvel entre "imagem-humano-corpo", como explicou Hans Belting. Porque um rosto simulado é uma coisa animada, na melhor das hipóteses em analogia com o rosto incompreensível.
Além disso, o triângulo "imagem humano-corpo" de que fala Belting teria de ser alargado de modo a incluir tanto o encontro face-a-face como face-face-máscara.Socialidades programadas: Facialidades pós-humanas na relação homem-máquina (Alexander Gerner)
19 Novembro 2019, 13:30 • Ricardo Lopes Coelho
O rosto é uma imagem condensada do homem (Levinas). Mas o que acontece quando a pessoa que se encontra congela numa imagem, quando um rosto nos aparece como uma coisa simulada ou modelada - como se fosse um rosto? Como agentes virtuais (Avatares) e artificiais alteram essa base social de encontro? Estas questões surgem não só diante do encontro de dois rostos como evento social elementar, mas também diante das interrogações pós-humanistas da humanidade do rosto e da perda do rosto provocado pelas máquinas e pelos meios de comunicação.
Discutiremos o ponto de vista de uma alteração/perda tecnológica do rosto (simulação, mapeamento, digitalização) no triângulo antropológico indissolúvel entre "imagem-humano-corpo", como explicou Hans Belting. Porque um rosto simulado é uma coisa animada, na melhor das hipóteses em analogia com o rosto incompreensível.
Além disso, o triângulo "imagem humano-corpo" de que fala Belting teria de ser alargado de modo a incluir tanto o encontro face-a-face como face-face-máscara.