Sumários
Aula prática sobre Western blot - 2
16 Abril 2026, 09:00 • Luka Alexander Clarke
Aulas práticas sobre Western blotting – parte 2. Preparação de géis de SDS-PAGE. Os extratos proteicos foram separados por eletroforese SDS-PAGE desnaturante. Cada grupo de 4 estudantes realizou um gel e preparou um blot, com extratos nucleares ou citosólicos de todas as variantes de STAT-3, para serem sondados com anticorpos anti-STAT-3 ou anti-pSTAT3. Após a eletroforese, as proteínas foram transferidas por blotting dos géis para membranas de PVDF. Bloqueio das membranas e incubação com anticorpos monoclonais primários (anti-STAT-3 ou anti-pSTAT-3). Lavagem dos blots e incubação com anticorpos secundários conjugados com peroxidase de rábano. Lavagem do excesso de anticorpo, seguida da visualização das bandas proteicas por quimioluminescência na máquina Chemidoc. Obtenção e manipulação de imagens no ImageJ. Interpretação das imagens e análise das mesmas.
Análise de imagem
10 Abril 2026, 14:00 • Federico Herrera Garcia
Este workshop apresenta procedimentos de análise de imagem em ImageJ/Fiji para aplicações de microscopia de fluorescência e western blot. Em microscopia, explica como abrir, ajustar e preparar imagens, incluindo correção de brilho/contraste, combinação ou separação de canais, uso de zoom, crop e adição de escala, com o objetivo de criar imagens representativas consistentes com os dados quantitativos. Também explicamos como fazer as figuras e analisar os dados estatisticamente.
Este workshop explica como quantificar a localização nuclear/citoplasmática de STAT3 em imagens de fluorescência usando ImageJ/Fiji. O processo começa com uma triagem inicial das imagens, escolhendo 3–5 imagens por grupo experimental e identificando células representativas, evitando células com sobreexpressão de STAT3 para obter medições mais fiáveis.
São apresentadas duas abordagens de quantificação: uma mais simples, baseada na percentagem de células transfetadas com translocação nuclear, e outra mais detalhada, baseada no cálculo do rácio de fluorescência núcleo/citoplasma em células individuais. Para esta segunda abordagem, mede-se a intensidade de fluorescência ao longo de uma linha traçada entre núcleo e citoplasma, usando a ferramenta Plot Profile, e os valores são depois exportados para Excel.
No Excel, calcula-se a média da fluorescência na região nuclear e na região citoplasmática para cada célula, obtendo o rácio N/C. Um rácio mais elevado indica maior acumulação nuclear de STAT3. O workshop também mostra como usar zoom, crop, ajuste de brilho/contraste e o canal azul para identificar melhor os núcleos quando a translocação nuclear é difícil de observar.
O workshop também descreve como representar núcleos sem mostrar diretamente o canal Hoechst, através da criação de seleções e sobreposição de contornos, para melhorar a visualização de sinais como a translocação nuclear.
Em paralelo, aborda a análise densitométrica de bandas em membranas de imunoblot, mostrando como selecionar lanes, gerar perfis de densidade, delimitar áreas sob os histogramas e exportar os valores para Excel para tratamento posterior.
Além dos procedimentos técnicos, o workshop reforça boas práticas de apresentação de resultados, como manter coerência entre imagens e quantificação, usar escalas adequadas, escolher imagens representativas após a análise quantitativa e incluir legendas completas com informação sobre métodos, estatística, número de amostras e significado dos símbolos.
Análise de imagem
10 Abril 2026, 09:00 • Federico Herrera Garcia
Este workshop apresenta procedimentos de análise de imagem em ImageJ/Fiji para aplicações de microscopia de fluorescência e western blot. Em microscopia, explica como abrir, ajustar e preparar imagens, incluindo correção de brilho/contraste, combinação ou separação de canais, uso de zoom, crop e adição de escala, com o objetivo de criar imagens representativas consistentes com os dados quantitativos. Também explicamos como fazer as figuras e analisar os dados estatisticamente.
Este workshop explica como quantificar a localização nuclear/citoplasmática de STAT3 em imagens de fluorescência usando ImageJ/Fiji. O processo começa com uma triagem inicial das imagens, escolhendo 3–5 imagens por grupo experimental e identificando células representativas, evitando células com sobreexpressão de STAT3 para obter medições mais fiáveis.
São apresentadas duas abordagens de quantificação: uma mais simples, baseada na percentagem de células transfetadas com translocação nuclear, e outra mais detalhada, baseada no cálculo do rácio de fluorescência núcleo/citoplasma em células individuais. Para esta segunda abordagem, mede-se a intensidade de fluorescência ao longo de uma linha traçada entre núcleo e citoplasma, usando a ferramenta Plot Profile, e os valores são depois exportados para Excel.
No Excel, calcula-se a média da fluorescência na região nuclear e na região citoplasmática para cada célula, obtendo o rácio N/C. Um rácio mais elevado indica maior acumulação nuclear de STAT3. O workshop também mostra como usar zoom, crop, ajuste de brilho/contraste e o canal azul para identificar melhor os núcleos quando a translocação nuclear é difícil de observar.
O workshop também descreve como representar núcleos sem mostrar diretamente o canal Hoechst, através da criação de seleções e sobreposição de contornos, para melhorar a visualização de sinais como a translocação nuclear.
Em paralelo, aborda a análise densitométrica de bandas em membranas de imunoblot, mostrando como selecionar lanes, gerar perfis de densidade, delimitar áreas sob os histogramas e exportar os valores para Excel para tratamento posterior.
Além dos procedimentos técnicos, o workshop reforça boas práticas de apresentação de resultados, como manter coerência entre imagens e quantificação, usar escalas adequadas, escolher imagens representativas após a análise quantitativa e incluir legendas completas com informação sobre métodos, estatística, número de amostras e significado dos símbolos.
Análise de imagem
9 Abril 2026, 14:00 • Federico Herrera Garcia
Este workshop apresenta procedimentos de análise de imagem em ImageJ/Fiji para aplicações de microscopia de fluorescência e western blot. Em microscopia, explica como abrir, ajustar e preparar imagens, incluindo correção de brilho/contraste, combinação ou separação de canais, uso de zoom, crop e adição de escala, com o objetivo de criar imagens representativas consistentes com os dados quantitativos. Também explicamos como fazer as figuras e analisar os dados estatisticamente.
Este workshop explica como quantificar a localização nuclear/citoplasmática de STAT3 em imagens de fluorescência usando ImageJ/Fiji. O processo começa com uma triagem inicial das imagens, escolhendo 3–5 imagens por grupo experimental e identificando células representativas, evitando células com sobreexpressão de STAT3 para obter medições mais fiáveis.
São apresentadas duas abordagens de quantificação: uma mais simples, baseada na percentagem de células transfetadas com translocação nuclear, e outra mais detalhada, baseada no cálculo do rácio de fluorescência núcleo/citoplasma em células individuais. Para esta segunda abordagem, mede-se a intensidade de fluorescência ao longo de uma linha traçada entre núcleo e citoplasma, usando a ferramenta Plot Profile, e os valores são depois exportados para Excel.
No Excel, calcula-se a média da fluorescência na região nuclear e na região citoplasmática para cada célula, obtendo o rácio N/C. Um rácio mais elevado indica maior acumulação nuclear de STAT3. O workshop também mostra como usar zoom, crop, ajuste de brilho/contraste e o canal azul para identificar melhor os núcleos quando a translocação nuclear é difícil de observar.
O workshop também descreve como representar núcleos sem mostrar diretamente o canal Hoechst, através da criação de seleções e sobreposição de contornos, para melhorar a visualização de sinais como a translocação nuclear.
Em paralelo, aborda a análise densitométrica de bandas em membranas de imunoblot, mostrando como selecionar lanes, gerar perfis de densidade, delimitar áreas sob os histogramas e exportar os valores para Excel para tratamento posterior.
Além dos procedimentos técnicos, o workshop reforça boas práticas de apresentação de resultados, como manter coerência entre imagens e quantificação, usar escalas adequadas, escolher imagens representativas após a análise quantitativa e incluir legendas completas com informação sobre métodos, estatística, número de amostras e significado dos símbolos.
Análise de imagem
9 Abril 2026, 09:00 • Federico Herrera Garcia
Este workshop apresenta procedimentos de análise de imagem em ImageJ/Fiji para aplicações de microscopia de fluorescência e western blot. Em microscopia, explica como abrir, ajustar e preparar imagens, incluindo correção de brilho/contraste, combinação ou separação de canais, uso de zoom, crop e adição de escala, com o objetivo de criar imagens representativas consistentes com os dados quantitativos. Também explicamos como fazer as figuras e analisar os dados estatisticamente.
Este workshop explica como quantificar a localização nuclear/citoplasmática de STAT3 em imagens de fluorescência usando ImageJ/Fiji. O processo começa com uma triagem inicial das imagens, escolhendo 3–5 imagens por grupo experimental e identificando células representativas, evitando células com sobreexpressão de STAT3 para obter medições mais fiáveis.
São apresentadas duas abordagens de quantificação: uma mais simples, baseada na percentagem de células transfetadas com translocação nuclear, e outra mais detalhada, baseada no cálculo do rácio de fluorescência núcleo/citoplasma em células individuais. Para esta segunda abordagem, mede-se a intensidade de fluorescência ao longo de uma linha traçada entre núcleo e citoplasma, usando a ferramenta Plot Profile, e os valores são depois exportados para Excel.
No Excel, calcula-se a média da fluorescência na região nuclear e na região citoplasmática para cada célula, obtendo o rácio N/C. Um rácio mais elevado indica maior acumulação nuclear de STAT3. O workshop também mostra como usar zoom, crop, ajuste de brilho/contraste e o canal azul para identificar melhor os núcleos quando a translocação nuclear é difícil de observar.
O workshop também descreve como representar núcleos sem mostrar diretamente o canal Hoechst, através da criação de seleções e sobreposição de contornos, para melhorar a visualização de sinais como a translocação nuclear.
Em paralelo, aborda a análise densitométrica de bandas em membranas de imunoblot, mostrando como selecionar lanes, gerar perfis de densidade, delimitar áreas sob os histogramas e exportar os valores para Excel para tratamento posterior.
Além dos procedimentos técnicos, o workshop reforça boas práticas de apresentação de resultados, como manter coerência entre imagens e quantificação, usar escalas adequadas, escolher imagens representativas após a análise quantitativa e incluir legendas completas com informação sobre métodos, estatística, número de amostras e significado dos símbolos.