Sumários
HIB 23
26 Novembro 2025, 11:00 • Carlos António da Silva Assis
Unidade 5 – A Idade Moderna (o renovar da ciência)
Século XVIII – o Iluminismo.
A Ciência durante o Iluminismo: as tendências e as
limitações.
Os naturalistas que dominaram o século XVIII:
Buffon e Lineu.
Georges-Louis Leclerc, conde de Buffon: breve nota
biográfica; a Histoire Naturelle,
composição, principais características e conteúdo; as ideias de Buffon quanto à
noção de espécie, de categoria taxonómica e de classificação, à oposição ao
sistema de Lineu, à aceitação da geração espontânea e da mutabilidade das
espécies, e à geração dos organismos pelos progenitores.
Carl von Linné: breve nota biográfica; Inovações
atribuídas a Lineu; história e características das principais obras de Lineu, Philosophia Botanica, Species Plantarum e Systema Naturae.
As características do trabalho de Lineu: um
naturalista fiel à tradição Bíblica; as categorias taxonómicas e as
características da classificação de Lineu; os nomes para Lineu (genus, nomen specificum legitimum e nomen
triviale); a verdadeira nomenclatura de Lineu (exemplos de Species Plantarum e de Systema Naturae). A origem não lineana
da Nomenclatura Binominal.
As expedições setecentistas e o
envolvimento de cientistas e naturalistas: os exemplos de Joseph de Jussieu,
Joseph Banks e Daniel Solander, Johann Georg Forster, e Alexander von Humbolt.
Esclarecimento das dúvidas dos alunos.
HIB 22
25 Novembro 2025, 11:00 • Carlos António da Silva Assis
Unidade 5 – A Idade Moderna (o renovar da ciência)
Século XVII – Os naturalistas.
John Ray: formação, vida, obra e contribuição
para o conhecimento da diversidade de animais e plantas; características da sua
prática classificativa e contribuição para a alteração do paradigma da
classificação biológica; formulação do primeiro conceito biológico de espécie.
Os nomes e a organização da
diversidade: Joseph Pitton de Tournefort: formação, vida, obra e contribuição
para o conhecimento da diversidade e classificação biológica das plantas;
clarificação da distinção entre género e espécie; características da nomenclatura
pré-renascentista e renascentista; os nomes vulgares em latim e os nomes
científicos de nível genérico; a construção dos nomes-diagnose renascentistas,
critérios e resultado final; exemplos de nomes-diagnose de várias espécies.
Andrea Cesalpino e De plantis libri XVI, e John Ray e Historia Plantarum Species e o termo “genus” no sentido taxonómico.
Pierre Magnol e Prodromus historia generalis plantarum e o termo “familia”.
Joseph Pitton de Tournefort, Éléments de botanique e Institutiones rei herbariae, e os termos
“genus” e “classis”.
Augustus Quirinus Rivinus (August
Bachman) e Introductio Generalis in rem
Herbariam, e os termos “genus” e
“ordines”.
O estabelecimento da categoria
taxonómica “género”: as posições de Tournefort e Rivinus.
Esclarecimento das dúvidas dos alunos.
HIB 21
19 Novembro 2025, 11:00 • Carlos António da Silva Assis
Unidade 5 – A Idade Moderna (o renovar da ciência)
Século XVII – a Biologia experimental.
A geração dos seres vivos: a teoria da
semente dupla (origem, seguidores e extensão no mundo dos seres vivos); a
descoberta de óvulos e espermatozóides; as correntes ovista e
espermatista/animaculista, bases de cada uma das correntes, argumentos baseados
no conhecimento empírico de suporte e respectivos defensores; Caspar Bertholin,
a natureza do sémen feminino e a queda da teoria da semente dupla.
Pré-formacionismo versus epigénese: bases de cada uma das correntes, argumentos
baseados no conhecimento empírico de suporte e respectivos defensores. O
“problema” dos defensores da pré-formação: hipóteses da disseminação e do
encaixamento. António Valisneri e algumas extrapolações interessantes acerca da
hipótese do encaixamento.
A Iatrofísica e a Iatroquímica: bases
de cada uma das correntes, argumentos baseados no conhecimento empírico de
suporte e respectivos defensores. Herman Boerhaave e a tentativa para conciliar
as duas correntes.
Século XVII – a Teoria dos Miasmas
As doenças infecciosas têm origem em
“miasmas”; o que são os miasmas, de que são compostos e qual a sua origem;
Thomas Sydenham (estudo da cólera no Reino Unido) e Giovanni Maria Lancisi
(estudo da Malária em Itália); medidas de saúde pública implementadas para
prevenir a propagação dos miasmas, que ainda hoje são utilizadas.
Século XVII – A Paleontologia.
A teoria diluviana – a discussão
continua: Niels Stensen, um pioneiro da Paleontologia, a sua tentativa
frustrada para conciliar os dados da Bíblia com os da Geologia, e a interrupção
dos estudos. Thomas Burnet e as características da sua Telluris Theoria
Sacra, de 1681.
Esclarecimento das dúvidas dos alunos.
HIB 20
18 Novembro 2025, 11:00 • Carlos António da Silva Assis
Unidade 5 – A Idade Moderna (o renovar da ciência)
Século XVII – na via da Biologia
moderna: a continuação pelo interesse na aquisição de conhecimento, o
aperfeiçoamento da metodologia, o desenvolvimento de instrumentos e técnicas, e
a criação de instituições, sociedades e academias científicas.
As pessoas e o interesse pelo
conhecimento: aumento do número de eruditos e o patrocínio de actividades
científicas, consequências desses dois factores.
O aperfeiçoamento da metodologia:
Francis Bacon e o Novum Organum
Scientiarum; Introdução do raciocínio indutivo, promoção do cuidado e da
precisão nas observações, e da experimentação; René Descartes e o Discurso do
Método; as regras da investigação científica; o Traité de l’Homme e a teoria
mecanicista aplicável ao homem e aos outros animais; Galileu Galilei e a
experimentação quantitativa; o método científico, a sua génese, evolução e
funcionamento.
Século XVII – a Biologia Experimental:
Santorio Santorio: formação médica e relação com Galileu Galilei; o uso do
pendulo e a sua conversão em pulsilogium;
desenvolvimento do termómetro a partir do termoscópio; De statica medica, as experiências sobre o metabolismo basal e a
introdução da experimentação quantitativa em Biologia; a determinação da
importância da perspiratio insensibilis
e da sua variação em função de parâmetros abióticos e fisiológicos.
William Harvey e a descrição da
circulação sanguínea: breve nota biográfica e obra científica.
Francesco Redi: breve nota biográfica
e principais obras; as observações e as experiências com cobras, e a negação de
mitos enraizados; As experiências acerca da geração de insectos e o primeiro
ataque à geração espontânea; os trabalhos de parasitologia; a introdução do
controlo na experimentação.
Século XVII – Microscopia e
microscopistas: Desenvolvimento de instrumentos e técnicas: a evolução das
lentes e a invenção do microscópio composto; o uso dos primeiros microscópios;
o aperfeiçoamento do microscópio composto por Leeuwenhoek e o uso que lhe foi
dado; o papel de Reinier de Graaf na recomendação de Leeuwenhoek à Royal
Society; as observações microscópicas de Leeuwenhoek; Robert Hooke, Micrographia e a criação do termo
“célula”; Jan Swammerdam e o seu papel na microscopia; Marcello Malpighi, De pulmonibus e o detalhe que faltava a
William Harvey.
Esclarecimento das dúvidas dos alunos.
HIB 19
12 Novembro 2025, 11:00 • Carlos António da Silva Assis
Unidade 5 – A Idade Moderna (o renovar da ciência)
A História Natural ao longo do Séc.
XVI – o ponto de partida, a evolução, as consequências e os primeiros passos.
Séc. XVI – Jardins Botânicos e
Gabinetes de curiosidades.
Luca Ghini e a criação do jardim
botânico (hortus botanicus) de Pisa e
do primeiro herbário seco (hortus siccus).
Os jardins botânicos e os gabinetes de
curiosidades: origem, popularização, utilidade; como tudo começou (as
descobertas, as explorações e a cristianização dos nativos), e depois (a
curiosidade, a recolha de amostras, o transporte de amostras para a Europa e a
acumulação de amostras em colecções); as consequências (conhecimento da
diversidade dos seres vivos, necessidade de organização da diversidade e
necessidade de procura de um sistema de organização); os primeiros passos
(nomes, organização da diversidade, procura de regras gerais e estudo da
diversidade).
Séculos XV e XVI – Os herbalistas (o
desenvolvimento da Botânica): vida, obra e importância de Otto Brunfels,
Leonhart Fuchs, Hieronymus Bock e Valerius Cordus para o desenvolvimento da
Botânica moderna; a importância de Charles de l’Écluse e Garcia d’Orta para o
conhecimento da Botânica.
Andrea Cesalpino: formação, vida, obra
e contribuição para o conhecimento da diversidade das plantas; a primeira
classificação biológica das plantas.
Johannn Bauhin: formação, vida, obra e
a sua Historia Plantarum Universalis.
Gaspard Bauhin: formação, vida, obra e
contribuição para o conhecimento da diversidade e classificação biológica das
plantas; o Pinax theatri Botanici,
características da obra e da nomenclatura empregue.
Referência a outros herbalistas da
época (Pietro Andrea Mattioli, Rembert Dodoens, Joachim Camerarius, Matthias de
l’Obel, John Gerard e William Turner) e às suas mais importantes obras.
Séculos XV e XVI – os fósseis, os
“jogos da natureza”: esquecido o conhecimento da Antiguidade, a concepção
pós-medieval dos fósseis; Georg Pawer (Agricola) que, na sua obra De Fossilium Natura, cria o termo “fóssil”; o papel de
Bernard Palissy, antecedido por Girolamo Fracastoro e por Leonardo da Vinci.
Esclarecimento das dúvidas dos alunos.