Sumários
HIB 18
11 Novembro 2025, 11:00 • Carlos António da Silva Assis
Unidade 5 – A Idade Moderna (o renovar da ciência)
Séculos XV e XVI – Os anatomistas (a
queda de Galeno): vida, obra e importância para o conhecimento da Anatomia de
Leonardo da Vinci e Andreas Vesalius.
Leonardo da Vinci: formação inicial,
actividades, a obra anatómica (o homem de Vitrúvio e as proporções do corpo
humano, esboços anatómicos e suas características, as anotações, o tratado de
Anatomia que nunca foi escrito e as concessões a Galeno e à Igreja); a
redescoberta no século XIX.
Andreas Vesalius: formação médica e
actividade como professor de Anatomia; as dissecções humanas antes de Vesálio e
a visão deste em relação à prática de dissecções; De humani corporis fabrica, de 1543 (composição e principais
características da obra); comparação com outros tratados anatómicos da época; a
crítica a Galeno, as críticas dos médicos galénicos contemporâneos, a pressão
da Igreja e o ostracismo de que foi alvo durante as últimas décadas da sua
vida.
Principais obras de outros anatomistas
do século XVI seleccionados: Miguel Serveto; Gabriele Fallopio, e Girolamo
Fabrizio d’Aquapendente.
Séculos XV e XVI – Outros avanços na
medicina: vida, obra e importância para o conhecimento médico de Girolamo
Fracastoro, Ambroise Paré e Paracelso.
Girolamo Fracastoro: formação e
interesses de Fracastoro; a abordagem poético-científica ao conhecimento da
sífilis; o carácter pandémico da sífilis pela Europa; a noção de contágio, a
causa da transmissibilidade (os “esporos”) e a sistematização dos agentes
transmissores e das formas de transmissibilidade; a prevenção do contágio e o
estabelecimento de regras de isolamento para os doentes infecciosos.
Ambroise Paré: o “pai” da biologia
forense e o pioneirismo em técnicas de cirurgia e medicina em campos de
batalha; a invenção de instrumentos cirúrgicos.
Paracelso: o perfil de Paracelso, a
oposição a Galeno e aos árabes; a origem da medicina psicossomática e do
recurso a uma farmacopeia química (mineral) para além do uso das plantas.
Esclarecimento das dúvidas dos alunos.
HIB 17
5 Novembro 2025, 11:00 • Carlos António da Silva Assis
Unidade 5 – A Idade Moderna (o renovar da ciência)
Séculos XV e VXI – Os
naturalistas de campo (eruditos viajantes): vida, obra e importância para o
conhecimento da Biologia; os exemplos de Gonçalo Fernandez de Oviedo y Valdés,
Edward Wotton, Francisco Hernández de Toledo e José de Acosta; características
gerais das obras dos eruditos viajantes e importância para o conhecimento da
diversidade biológica em outros continentes.
Século XVI - Os naturalistas de
Gabinete (eruditos polígrafos): vida, obra e importância para o conhecimento da
Biologia de Pierre Belon, Ippolito Salviani, Guillaume Rondelet, Conrad Gessner
e Ulisse Aldrovandi; características gerais e aspectos curiosos das obras dos
eruditos polígrafos: por exemplo, a inclusão e descrição de criaturas
fantásticas, resultado de descrições pouco precisas de navegantes, e a
credibilização da existência de tais criaturas através da incorporação em obras
técnicas de autores reputados. Importância das respectivas obras para o
conhecimento da diversidade biológica.
Esclarecimento das dúvidas dos alunos.
HIB 16
4 Novembro 2025, 11:00 • Carlos António da Silva Assis
Unidade 5 – A Idade Moderna (o renovar da ciência)
As datas de início e de fim da Idade
Moderna. Antecedentes imediatos do Renascimento: A expansão dos turcos
otomanos; a queda de Constantinopla; a interrupção das rotas comerciais para
oriente e a necessidade de procura de rotas alternativas (marítimas); a fuga
dos intelectuais para ocidente e o incremento na disponibilização das obras e
dos conhecimentos da antiguidade; libertação da escolástica; o desenvolvimento
da imprensa e a proliferação de obras impressas.
A transição para a Idade Moderna: da
Baixa Idade Média para a Idade Moderna; a sociedade, a economia e a cultura no
final da Idade Média; o crescimento do Império Otomano a partir do século XIV;
o desagregar do Império Bizantino; a queda de Constantinopla em 1453 e suas
consequências.
Divisões da Idade Moderna:
Renascimento, o período de preparação (desenvolvimento de métodos e de
tecnologia), e Iluminismo, o período de concretização (consolidação de métodos
e aquisição de saber).
A corrente humanista e o seu papel na
divulgação do conhecimento da Antiguidade e na procura de conhecimento novo.
O cavaleiro medieval dá lugar ao homem
do renascimento: incansável curiosidade intelectual, eclectismo, sensibilidade
em relação a todas as formas de beleza e paixão pelas artes (pintura, escultura
e música).
Desiderius Erasmus: a vida e a obra; a
deambulação pela Europa; o “Elogio da Loucura”, como crítica à prática da
Igreja e incentivo para a reforma.
A prática da Igreja Romana (impostos e
taxas, opulência, ignorância, tirania e indulgências), as correntes dissidentes
e a perda da influência papal na Europa: Martin Luthero e o protestantismo;
Jean Calvin e o Calvinismo; Henrique VIII e a Igreja Anglicana; O Concílio de
Trento, a contra-reforma e a revitalização da Inquisição.
Algumas das principais figuras da
Renascença.
A Biologia antes e durante do
renascimento: os interesses (vertente médica e vertente naturalista), os meios,
o acessível e o adquirido antes do Renascimento; vertentes da Biologia no
Renascimento (vertentes tradicionais e vertentes novas); Francis Bacon, René
Descartes e Galileu Galilei, e a nova metodologia da ciência; o aparecimento de
jardins botânicos, gabinetes de curiosidades, e sociedades e academias
científicas.
Esclarecimento das dúvidas dos alunos.
HIB 15
29 Outubro 2025, 11:00 • Carlos António da Silva Assis
Unidade 4 – A Idade Média (uma pausa na Ciência?)
Algumas das principais figuras da
Baixa Idade Média: Alberto Magno e Frederico II.
Alberto Magno: breve biografia; a sua
enciclopédia do conhecimento e as características da sua obra biológica, De Vegetabilibus e De Animalibus.
Frederico II de Hohenstaufen: a
organização dos cursos da escola de Salerno; os decretos sobre a dissecação de
corpos humanos; De arte venandi cum
avibus, características e conteúdo.
Pedro Hispano (João XXI): breve
biografia, carreira académica; cargos eclesiásticos; principais obras, Summulae Logicales, De Oculo, Thesaurus Pauperum
e Scientia Libri de Anima; o elogio
em “A Divina Comédia” de Dante Alighieri (1320).
A origem dos bestiários medievais: O Physiologus
e Ethymologiae e as respectivas fontes mais remotas (Aristóteles,
Plínio-o-velho, Aeliano, Herodoto, Solino, etc.).
Características divulgadoras,
moralizadoras, e doutrinadoras dos bestiários medievais.
Os mais importantes Bestiários da
Baixa Idade Média, em especial o Bestiário de Aberdeen.
A peste negra e a implementação da
quarentena: o surgimento da peste na Europa; os registos mais antigos, datados
da Idade do Bronze, e os três mais importantes episódios de pandemia de peste
ao longo da História, o descrédito da medicina e o aumento do fervor religioso;
a perseguição a bodes expiatórios (judeus, peregrinos, ciganos, mendigos,
etc.); a implementação do trentino, na Dalmácia (Croácia) e da quarantena,
em Veneza, como forma de controlo do contágio; os doutores da peste e as
características da sua actividade e do seu uniforme.
Esclarecimento das dúvidas dos alunos.
HIB 14
28 Outubro 2025, 11:00 • Carlos António da Silva Assis
Unidade 4 – A Idade Média (uma pausa na Ciência?)
Transição para a Baixa Idade Média: a
situação social no século XI.
A Baixa Idade Média – O ressurgimento
da cultura: características do clima político, social económico e cultural no
final da Alta Idade Média.
De finais do século XI a finais do
século XIII: a expansão dos turcos e as suas consequências religiosas e
comerciais; a pressão sobre o Império Bizantino; as cruzadas sob a perspectiva
dos interesses comerciais, papais e da nobreza europeia; consequências
positivas das cruzadas; principais alterações políticas, económicas, sociais,
sanitárias e demográficas conducentes ao progresso entre os séculos XI e XIII;
o surgimento da burguesia; a perseguição da heresia por parte da Igreja com a
criação da inquisição.
A criação das Universidades:
crescimento do interesse pela educação e necessidade de novas instituições de
ensino; as primeiras universidades europeias; percurso da Universidade de
Lisboa/Coimbra entre 1288 e 1537; características das universidades e do ensino
medieval; expansão da classe intelectual; o latim como língua franca; S. Tomás
de Aquino e Roger Bacon e a conciliação da filosofia grega com os ensinamentos
da Igreja; as grandes questões da Biologia e as respostas para elas fornecidas:
criação para a origem da vida e a “ditadura” de Aristóteles e Galeno para a
história natural e para a medicina, respectivamente; o ensino escolástico.
Esclarecimento das dúvidas dos alunos.