Sumários
TP3
10 Março 2026, 15:30 • Francisco Rodrigues Pinto
Modulação da velocidade de um processo bioquímico. Implementação do modelo em R.
Aula 6. Curvas dose-resposta II
10 Março 2026, 14:00 • Federico Herrera Garcia
Numa continuação da aula anterior, foram primeiro lembrados os conceitos chave. Depois, foi explicado o **índice terapêutico**, que relaciona a dose letal ou tóxica com a dose efetiva, bem como a margem de segurança. Em paralelo, são introduzidos os conceitos de NOAEL e LOAEL, importantes para definir limites de exposição e avaliar risco biológico.
Uma parte importante da aula é dedicada à **hormese**, definida como uma relação dose-resposta em U, na qual doses baixas podem ter efeitos benéficos ou estimulantes e doses altas tornam-se prejudiciais. São apresentados exemplos em nutrientes essenciais, radiação, fármacos, poluentes e outros agentes, bem como diferentes modelos mecanísticos para explicar o fenómeno, incluindo mecanismos recetoriais, sobrecompensação homeostática e modulação alostérica.
Por fim, a aula liga a hormese à ativação de vias como a de **Nrf2**, destacando o papel de respostas antioxidantes e de adaptação ao stress celular. São ainda discutidos exemplos de stress redutivo e a relação entre metabolismo, resistência celular e regulação bioquímica em contextos fisiológicos e patológicos.
Aula 5. Curvas dose-resposta I
9 Março 2026, 12:00 • Federico Herrera Garcia
A aula aborda a relação entre **ligandos e recetores** através da curva dose-resposta, com aplicações em farmacologia, toxicologia e hormese. O objetivo central é perceber como a exposição a uma substância se relaciona quantitativamente com o efeito produzido, como interpretar diferentes tipos de curvas e como identificar conceitos como dose limiar e hormese.
São apresentados os pressupostos básicos da relação dose-resposta: a resposta deve estar causalmente ligada ao composto, a sua magnitude deve depender da dose e deve existir um método de medição que permita quantificar o efeito. A aula salienta que estes princípios se aplicam tanto à farmacologia como à toxicologia, onde a relação entre dose e resposta é essencial para avaliar eficácia e risco.
A seguir, são discutidos dois modelos principais de curva dose-resposta: o **modelo linear** e o **modelo com limiar**. É também introduzida a noção de resposta ao nível do recetor, mostrando que o efeito depende da concentração do composto no local de ação e da formação do complexo recetor-composto. A partir daí, relaciona-se a ocupação dos recetores com a resposta máxima.
A aula distingue entre **curvas dose-resposta graduais** e **curvas quantais**. As primeiras descrevem a resposta contínua de um indivíduo ou sistema, permitindo avaliar potência, eficácia, declive e variabilidade. As segundas descrevem respostas do tipo tudo-ou-nada numa população, sendo úteis para estudar efeitos tóxicos ou farmacológicos em termos de distribuição de frequência.
TP2
4 Março 2026, 12:30 • Francisco Rodrigues Pinto
Modulação da velocidade de um processo bioquímico. Pesquisa de valores para parâmetros.
TP2
3 Março 2026, 15:30 • Francisco Rodrigues Pinto
Modulação da velocidade de um processo bioquímico. Pesquisa de valores para parâmetros.