Sumários
Controlo neuroendócrino do desenvolvimento e comportamento I
29 Abril 2026, 14:00 • Alisson Marques de Miranda Cabral Gontijo
Controlo neuroendócrino do desenvolvimento e comportamento I
Controlo do desenvolvimento e comportamento pela via da relaxina. Foi descrito o papel dos peptideos da família da insulina em vertebrados e invertebrados. A aula centrou-se na via da relaxina (uma subfamilia dos ilps conservada entre vertebrados e invertebrados), com papel critico na regulação do desenvolvimento e comportamento. Os alunos preparam puparia de moscas controlos e moscas onde um recetor de uma relaxina de Drosophila (Dilp8), o recetor Lgr3, ortólogo dos recetores humanos RXFP1/2, foi removido do sistema nervoso através da expressão de RNA de interferência (57C10>Lgr3-IR). Os alunos mediram o Aspect Ratio desses puparia e fizeram gráficos e análises estatísticas dos resultados. Por fim, foi feita uma explicação do programa motor do comportamento de purariação e os alunos tiveram que pensar e explicar qual etapa deste comportamento complexo estava afetada nos animais 57C10>Lgr3-IR para explicar a diferença no Aspect Ratio entre esses animais e seus controlos. Os alunos discutiram os dados e responderam o relatório que consistia em preencher uma tabela e responder uma pergunta sobre os experimentos. Nesta aula foi corrigido o mini-teste II com os alunos. Esta aula foi dada em conjunto com a Professora Doutora Rebeca Zanini.
Controlo neuroendócrino do desenvolvimento e comportamento I
29 Abril 2026, 08:00 • Alisson Marques de Miranda Cabral Gontijo
Controlo neuroendócrino do desenvolvimento e comportamento I
Controlo do desenvolvimento e comportamento pela via da relaxina. Foi descrito o papel dos peptideos da família da insulina em vertebrados e invertebrados. A aula centrou-se na via da relaxina (uma subfamilia dos ilps conservada entre vertebrados e invertebrados), com papel critico na regulação do desenvolvimento e comportamento. Os alunos preparam puparia de moscas controlos e moscas onde um recetor de uma relaxina de Drosophila (Dilp8), o recetor Lgr3, ortólogo dos recetores humanos RXFP1/2, foi removido do sistema nervoso através da expressão de RNA de interferência (57C10>Lgr3-IR). Os alunos mediram o Aspect Ratio desses puparia e fizeram gráficos e análises estatísticas dos resultados. Por fim, foi feita uma explicação do programa motor do comportamento de purariação e os alunos tiveram que pensar e explicar qual etapa deste comportamento complexo estava afetada nos animais 57C10>Lgr3-IR para explicar a diferença no Aspect Ratio entre esses animais e seus controlos. Os alunos discutiram os dados e responderam o relatório que consistia em preencher uma tabela e responder uma pergunta sobre os experimentos. Nesta aula foi corrigido o mini-teste II com os alunos. Esta aula foi dada em conjunto com a Professora Doutora Rebeca Zanini.
Mini-teste II
24 Abril 2026, 13:00 • Alisson Marques de Miranda Cabral Gontijo
Nesta aula foi aplicado o mini-teste-II.
Interligação dos Sistemas Visuais II e Somatossensação I
23 Abril 2026, 16:30 • Alisson Marques de Miranda Cabral Gontijo
Interligação do sistema visual II
Papel da experiência e da atividade neuronal nas conexões neuronais. Colunas de dominância no córtex visual V1 de gatos. Período crítico. Experimentos de Hubel & Wiesel: Deprivação monocular durante o desenvolvimento afeta a dominância ocular. Hipótese da competição. Oclusão binocular e a importância de controlos. Estabelecimento de colunas de dominância ocular em sapos que desenvolvem-se com um “terceiro olho”. Colunas de dominância formam-se gradualmente durante o desenvolvimento. Atividade neuronal espontânea é crítica para a formação de colunas de dominância.
Ondas retinais - atividade espontânea. Ondas retinais colinérgicas são críticas para a segregação axonal nos núcleos talâmicos. Sincronia das ondas retinais são críticas para a segregação axonal nos núcleos talâmicos. Lei de Hebb – atividade correlacionada fortalece a sinapse. Recetor glutamatérgico NMDA é uma molécula “Hebbiana”: um detetor de coincidências. Outro exemplo da interconexão dependente da atividade: sistema somatossensorial de ratinho. A interconexão dependente da atividade do sistema whisker-barrel de ratinhos depende do recetor NMDA. Formação dos barris corticais no córtex somatossensorial de ratinho. A formação dos barris no córtex somatossensorial de ratinhos depende da atividade neuronal e do recetor NMDA.
Somatossensação I
Introdução a somatossensação.
Dermatomas, nervos cranianos
Neurodegeneração e envelhecimento I e Ativação Neuronal I
23 Abril 2026, 14:00 • Alisson Marques de Miranda Cabral Gontijo
Neurodegeneração e envelhecimento I e Ativação Neuronal I
Parte 1: Neurodegeneração e envelhecimento I
Foi feita uma breve introdução ao tema das aulas seguintes “Neurodegeneração e Envelhecimento”, com o enfoque em dois mecanismos de neurodegeneração: 1) doença de Parkinson e o papel da alfa-sinucleína e do envelhecimento nesta doença. 2) o papel da reativação dos elementos transponíveis (com enforque nos retrotransposons - LINE1) em geração de instabilidade genómica em neurónios e o possível papel desses elementos na perda de função neuronal com a idade. Em aulas futuras será feita uma introdução mais larga e os alunos depois quantificarão a função neuronal em animais controlo e experimentais jovens e envelhecidos.
Modelo de Parkinson
Os alunos fizeram os cruzamentos com moscas transgénicas para estudarem um modelo da “doença de Parkinson” na descendência da mosca. Para tal, utilizaram o sistema GAL4/UAS para expressar a alfa-sinucleína humana em todos os neurónios da mosca (57C10-GAL4 > UAS-SNCA (versão humana com codão optimizado para Drosophila). Cruzamentos controlos entre o driver pan-neuronal e a mosca controlo w1118 para gerar moscas que envelhecerão sem a sobre-expressão da alfa-sinucleína (57C10-GAL4/+).
Neurodegeneração por reativação de retrotransposons
Os alunos utilizaram o sistema GAL4/UAS para expressar a LINE1 AgL1 em todos os neurónios da mosca (57C10-GAL4 > UAS-AgL1). Cruzamentos controlos entre o driver pan-neuronal e a mosca controlo w1118 para gerar moscas que envelhecerão sem a sobre-expressão do retrotransposon (57C10-GAL4/+).
Parte 2. Ativação Neuronal I
Foi introduzido o sistemas de ativação neuronal através da neurogenética, em particular o sistema de termogenética, utilizando o gene TrpA1, um canal de cálcio dependente da temperatura. Os alunos fizeram a observação de larvas ppk>TrpA1 e de larvas controlo + >TrpA1 em temperaturas >30C. Em seguida foi feita uma discussão em grupo sobre os fenotipos observados e introduziu-se o conceito de comportamento nocifensivo, a função dos neurónios ppk-positivos (neurónios multidendríticos classe IV), bem como o contexto evolutivo do comportamento nocifensivo em relação às vespas parasitóides com auxílio de um video sobre vespas parasitóides. Os alunos em seguida obtiveram videos dos dois genotipos em temperaturas >30C e fizeram a quantificação dos fenotipos (rolamentos e mudanças de direção) de cada genotipo e responderam o relatório. Nesta aula também foi feito o mini-quiz da aula passada. Esta aula foi dada em conjunto com a Dra. Rebeca Zanini. Alunos da PL21 assistiram a aula.